8.9.10
Nova Imagem
1. A obcessão por verde;
2. A pancada da perda de peso/dietas/exercício físico/alimentação saudável [note-se que, no meu caso é só a pancada, a acção está para vir... lol.] pela maçã aqui ao lado, para dar força :)
3. O giz, já que sou estudante...
Agora é assim, ou me habituo e fica, ou brevemente teremos uma nova imagem. Porque em tempo de faculdade não me posso dar ao luxo de estar que-tempos de volta disto!
6.9.10
Mousse de Maracujá

Ingredientes:
1 lata de polpa de maracujá
1 lata de leite condensado
2 pacotes de natas (400 mL)
5 folhas de gelatina transparente
Preparação:
Demolhar a gelatina em água fria.
Bater as natas, juntar o leite condensado e a polpa de maracujá e misturar tudo.
Retirar a gelatina da água, aquecê-la no microondas durante +/- 30 segundos e juntar ao preparado anterior.
Pôr no frigorífico.
1.9.10
Queijada

A queijada é uma receita de que gosto muito, por ser tão saborosa, rápida e fácil de fazer. Experimentem!
Ingredientes:
330 g de açúcar
1/2 L de leite
50 g de margarina
2 ovos
100 g de Maizena (amido de milho)
Casca de 1 limão
Preparação:
Leve ao lume o leite com a casca do limão até fever. Junte a margarina e deixe que se dissolva, mexendo.
Bata os ovos com o açúcar e junte-lhes o leite. Retire as cascas do limão.
Junte a farinha, peneirada.
Leve ao forno a 180º durante cerca de 30 min.
10.8.10
Gelado de café
.30.7.10
Quando o pão faz mesmo mal!
ao glúten
2010-07-29
Por Renata Silva
Aos 50 anos descobriu ter a doença celíaca. Tal como a maioria dos portugueses “nunca tinha ouvido falar”. Ernestina Gomes, hoje com 55, teve de explicar vezes sem conta aos amigos que sofria de intolerância ao glúten. Teve de deixar de comer alimentos que contivessem aveia, centeio, cevada e trigo.
Tudo começou com enxaquecas, diarreias, vómitos e anemias e com várias idas ao médico. “Dizia que eu tinha uma inflamação não específica, uma doença auto-imune, mas não sabia qual era”, contou ao Ciência Hoje.
Na mesma situação, podem estar 292 mil portugueses a quem este problema não foi ainda diagnosticado, de acordo com dados cedidos pela Associação Portuguesa de Celíacos (APC). Embora possa surgir em pessoas de todas as idades, a situação é detectada mais habitualmente pelo segundo ou terceiro trimestres da vida.
A ausência de sintomas não significa ausência de doença. "Pode estar geneticamente no corpo da pessoa e manifestar-se depois, por qualquer situação, stress ou um trauma”, explica Raquel Madureira, presidente da APC. Na realidade, segundo esta associação, há “uma predisposição hereditária claramente transmitida”.
Nos restaurantes toda a atenção é pouca!
Quem estiver proibido de comer massas e pão vê a sua tarefa de jantar e almoçar fora mais complicada. O celíaco tem de evitar, por exemplo, alimentos que tenham sido preparados com farinha ou molhos que contenham glúten. Quem tem poucos recursos, enfrenta maiores dificuldades em adquirir alimentos apropriados à dieta por serem de custo elevado.
Filipe Gomes, estudante da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, descobriu ter sido um dos afectados aos 18 anos em altura de exames nacionais. Para o jovem, líder do “Sem Espiga”, grupo de informação sobre a doença celíaca, foi a nível social que sentiu mais dificuldades. "Acabar de conhecer uma pessoa e já se estar a falar sobre o que temos é complicado. Sentimo-nos rotulados por apenas
28.6.10

